Anteriormente denominada Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP)
Se você tem ciclos irregulares, dificuldade para engravidar, acne persistente ou outros sinais que podem estar relacionados à síndrome ovariana metabólica poliendócrina (SOMP), anteriormente chamada de síndrome dos ovários policísticos (SOP), uma avaliação individualizada é o primeiro passo para entender o seu quadro. A Dra. Daniela Chagas avalia hormônios, metabolismo e estilo de vida em conjunto, sempre com um plano de cuidado construído para cada paciente — nunca um protocolo padrão.
Em maio de 2026, um consenso internacional publicado na revista The Lancet atualizou o nome desta condição de “Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP)” para “Síndrome Ovariana Metabólica Poliendócrina (SOMP)”. A mudança não altera o diagnóstico nem o tratamento — apenas corrige um nome que, segundo o consenso, colocava ênfase excessiva no ovário (os achados são folículos, não cistos no sentido patológico) e não refletia a natureza multissistêmica da condição, que envolve componentes hormonais, metabólicos e reprodutivos. Como “SOP” ainda é o termo mais buscado e reconhecido pelas pacientes, esta página usa os dois nomes lado a lado durante o período de transição.
A SOMP (SOP) é uma condição hormonal comum entre mulheres em idade reprodutiva, associada a alterações na ovulação, no metabolismo e nos níveis de androgênios (hormônios masculinos presentes naturalmente no corpo feminino). Está frequentemente relacionada à resistência à insulina, o que explica por que a abordagem tende a ir além do ciclo menstrual e envolver também hábitos metabólicos.
Além dos sintomas ginecológicos, a condição pode estar associada a alterações metabólicas, como resistência à insulina, pré-diabetes e síndrome metabólica em parte das pacientes. Por isso, a avaliação costuma considerar tanto a saúde reprodutiva quanto a saúde metabólica.
Nem toda mulher com SOMP apresenta todos esses sintomas — o diagnóstico depende de avaliação clínica, e não de um sintoma isolado.
Fale com a Dra. Daniela sobre seus sintomas
O diagnóstico considera histórico clínico, ciclo menstrual, exame físico e, quando indicado, exames laboratoriais e de imagem. Quando indicado, a investigação pode incluir ultrassonografia ginecológica realizada durante o acompanhamento, além de outros exames complementares conforme a necessidade clínica. A partir disso, as possibilidades de cuidado são discutidas individualmente, considerando sintomas, objetivos (incluindo desejo de gestação, quando aplicável) e histórico de saúde de cada paciente.
Conforme a necessidade clínica de cada paciente e as evidências científicas disponíveis, a avaliação pode contemplar fatores relacionados à resistência à insulina, composição corporal, alimentação, saúde intestinal, estado nutricional, qualidade do sono, atividade física e outros aspectos do estilo de vida. O plano de cuidado pode envolver:
A dificuldade para perder peso pode fazer parte do quadro de algumas mulheres com SOMP, especialmente quando existe resistência à insulina. Essa relação é avaliada individualmente.
Está buscando engravidar? A SOMP pode estar entre os fatores avaliados na consulta pré-concepcional — veja também a página de fertilidade e pré-concepção.
A saúde intestinal também pode se relacionar com o quadro metabólico da SOMP — veja também a página de disbiose intestinal. A correção de possíveis deficiências nutricionais também pode fazer parte do plano terapêutico — veja também a página de avaliação nutricional e suplementação ortomolecular.
Consultas de 60 a 90 minutos para uma avaliação hormonal e metabólica completa.
Mais de 25 anos de atuação em Ginecologia e Obstetrícia (Santa Casa de São Paulo).
Hormônios, resistência à insulina e estilo de vida avaliados na mesma consulta.
Sem as limitações de tempo dos convênios.
Atendimento presencial em Perdizes (unidade Água Branca) e Vila Mariana, e por teleconsulta em todo o Brasil, quando apropriado ao caso.
A SOMP é uma condição crônica — o cuidado costuma focar no controle dos sintomas e dos fatores metabólicos associados, com acompanhamento contínuo, e não em uma cura definitiva única.
Em maio de 2026, um consenso internacional publicado na revista The Lancet atualizou a terminologia, substituindo “Síndrome dos Ovários Policísticos” por “Síndrome Ovariana Metabólica Poliendócrina”. O motivo foi corrigir a ênfase excessiva no ovário — os achados são folículos, não cistos patológicos — e refletir melhor a natureza hormonal e metabólica, não apenas ginecológica, da condição. O diagnóstico e o tratamento não mudaram, apenas o nome.
Não necessariamente. Ciclos irregulares têm diversas causas possíveis — a SOMP é uma delas, e o diagnóstico depende de avaliação clínica individual.
Pode afetar em alguns casos, pela relação com a ovulação, mas não impede a gestação para todas as mulheres. Isso é avaliado individualmente, inclusive em conjunto com a página de fertilidade e pré-concepção, quando pertinente.
A relação entre alimentação, resistência à insulina e SOMP é discutida individualmente durante a avaliação, sempre com base em evidências científicas e conforme o quadro de cada paciente.
Não necessariamente. O tratamento depende dos sintomas, do desejo de gestação, das alterações hormonais e metabólicas e dos objetivos de cada paciente. Existem diferentes estratégias terapêuticas, discutidas individualmente durante a consulta.
O atendimento é somente particular, sem convênios médicos.
Sim, para pacientes de todo o Brasil, quando apropriado ao caso. O atendimento presencial acontece em Perdizes e Vila Mariana, em São Paulo.
Se você identifica sinais que podem estar relacionados à síndrome ovariana metabólica poliendócrina (SOMP), anteriormente chamada de síndrome dos ovários policísticos (SOP), uma avaliação individualizada é o primeiro passo para entender o seu quadro hormonal e metabólico com profundidade.
Dra. Daniela Chagas (Daniela de Almeida Chagas) — Ginecologia | Prática Funcional Integrativa — CRM/SP 94676 | RQE 117920 – Ginecologia e Obstetrícia
Livance – Perdizes/Água Branca — Av. Antártica, 675, 19º/20º andar, São Paulo – SP · sextas-feiras, 15h-17h
Livance – Vila Mariana — R. Domingos de Morais, 2781, 14º andar, São Paulo – SP · terças-feiras, 15h30-17h30
Teleconsulta, quando apropriada ao caso — segunda a quinta-feira, 17h-19h
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